Alta de Chicago deve sustentar preços domésticos da soja

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    Porto Alegre, 13 de dezembro de 2019 – O mercado deve encerrar a semana com preços firmes, acompanhando a recuperação de Chicago, que sobe mais de 1% neste momento. A movimentação tende a permanecer limitada pelo recuo do dólar frente ao real. A moeda americana está abaixo de R$ 4,10.

 CHICAGO

* A posição janeiro registra alta de 1,41% a US$ 9,11 por bushel.

* O mercado é impulsionado pelos rumos de que a primeira fase do acordo entre os Estados Unidos e a China teria sido fechado.

* Na semana, os ganhos acumulados superam 2%. Se confirmada, será a maior elevação semanal em duas semanas.

PREMIOS

* O prêmio em Paranaguá para novembro ficou em 88 a 95 pontos acima de Chicago. Para fevereiro, o valor é de 56 a 60 pontos acima.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,21% a R$ 4,085.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam firmes. Xangai, +1,78%; e Tóquio, +2,55%.

* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,17%; Frankfurt, +1,25% e Londres, +1,84%.

* O petróleo opera em alta. Janeiro do WTI em NY: US$ 59,72 o barril (+0,91%).

* O Dollar Index registra baixa de 0,6% a 96,82 pontos.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de soja teve um dia lento e de preços entre estáveis e mais baixos. Chicago subiu, mas segue abaixo de US$ 9,00. O dólar registrou desvalorização. Os negociadores se afastaram e esperam por um cenário mais adequado à comercialização.

* Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos ficou em R$ 84,50 a saca. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 84,00. No porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 89,00.

* Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 83,00 a saca. No porto de

Paranaguá (PR), a saca estabilizou em R$ 88,00.

* Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 82,00. Em Dourados (MS), a cotação caiu de R$ 81,50 para R$ 81,00. Em Rio Verde (GO), a saca baixou de R$ 85,00 para R$ 84,00.

AGENDA

– Evolução do plantio de soja no Brasil -SAFRAS & Mercado, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras do Mato Grosso – IMEA, na parte da tarde.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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