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Safra total de feijão é projetada em 2,9 milhões de t para 2019 – IBG

Porto Alegre, 12 de março de 2018 – Conforme o IBGE, a produção estimada, considerando-se as três safras do produto, foi de 2,9 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação a janeiro. Em relação à safra de 2018, a produção total deverá ser 1,2% menor.

A 1 safra de feijão foi estimada em 1,3 milhão de toneladas, redução de 3,3% frente ao mês anterior, o que representou 43.313 toneladas a menos. Os
destaques negativos ficaram com o Paraná e Goiás.

A produção paranaense foi estimada em 248,3 mil toneladas, redução de 4,6% (12.053 toneladas), devido ao forte calor e à irregularidade das chuvas. A
produção goiana foi reduzida em 10,1%, devendo alcançar 96,9 mil toneladas,
com a área colhida (-2,2%) e o rendimento médio (-8,1%). A comparação anual, para a 1 safra, mostra uma redução de 16,9% na produção. Estados
produtores importantes reduziram suas estimativas de produção, entre eles:
Bahia (-32,2%), Minas Gerais (-8,8%), São Paulo (-33,3%), Paraná (-19,4%), Rio Grande do Sul (-9,8%) e Goiás (-27,9%).

A 2 safra de feijão foi estimada com alta de 4,5% (50.377 toneladas) frente à última estimativa. O Paraná, que foi o maior responsável por esse
crescimento, teve um aumento de 17,7% (60.198 toneladas). A estimativa de
produção para a 2 safra foi 17,3% superior a 2018. A Região Nordeste teve
influência nesse resultado, com crescimento de 101,0%, em decorrência dos
aumentos nas estimativas de produção de Pernambuco (44,3%), Alagoas (154,2%), Sergipe (339,6%), Paraíba (38,5%), Ceará (35,2%) e Bahia (248,3%). O Paraná também contribuiu, tendo estimado altas de 45,4% na produção e de 39,5% no rendimento médio, que, em 2018, ficou muito abaixo da média, com a falta de chuvas.

Para a 3 safra de feijão, a previsão é de alta de 0,2% na produção em relação a janeiro. Frente ao ano anterior, a 3 safra deve crescer 10,1%. Em Minas Gerais e Goiás, as maiores influências na estimativa, são esperados, respectivamente, crescimentos de 3,5% e 11,1%. Com informações do Departamento de Comunicação Social do IBGE.

Sobre o autor

Rodrigo de Moraes Vargas Ramos

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