Preços do milho em Chicago fecham na máxima em sete anos e meio com boa demanda

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Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2021 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela boa demanda pelo grão norte-americano. Além disso, os atrasos nas safras da América do Sul atuaram positivamente.

Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado amanhã e que projeta cortes nos estoques finais de passagem da safra do país e mundial. Os preços estão nos maiores níveis desde julho de 2013.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.576.663 toneladas na semana encerrada no dia 4 de fevereiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 1.116.097 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 788.549 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 21.450.924 toneladas, contra 11.590.910 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 5,63 3/4, alta de 15,25 centavos de dólar, ou 2,78%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 5,62 por bushel, ganho de 14,50 centavos de dólar, ou 2,64%, em relação ao fechamento anterior.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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